Wallace, do Sada Cruzeiro, fala sobre o Sul-Americano: “Obviamente, é muito legal você ganhar tudo de novo o que você já havia ganho antes.”

Mayara Rufino | @capitolinda

O oposto também nos contou o que espera da nova fase do time na Superliga. Foto: Mayara Rufino/ Linha das 5

Definitivamente, está difícil ganhar o Sada Cruzeiro. Após passar por quase uma semana desgastante disputando o Sul Americano de Clubes, que terminou no domingo (23), em Belo Horizonte, com os celestes sagrados campeões, o time comandado pelo técnico argentino Marcelo Mendez viajou para o Rio de Janeiro para encarar o time de casa pela última partida do returno da Superliga. O RJ Vôlei vinha de uma vitória em cima do vice líder do campeonato e estava cheio de moral. Mas não foi suficiente: em um jogo cheio de tensão, o Sada Cruzeiro venceu o time carioca por 3 sets a 0 e se confirmou como líder do torneio nacional. Após a partida, com os ânimos acalmados, os meninos celestes esperavam, na arquibancada do Tijuca Tênis Clube, o ônibus do time.

Wallace, oposto do Cruzeiro, mexia no celular quando o vimos. Simpático como sempre, o atleta que levou os prêmios individuais do campeonato  – de melhor oposto e melhor jogador – falou sobre a emoção de ganhar, novamente, tudo e enalteceu o trabalho da equipe:

– Obviamente, é muito legal você ganhar tudo de novo o que você já havia ganho antes. O Sul-Americano, a gente já sabia que não seria uma tarefa fácil. Não foi, né? Você sair, numa final, perdendo de 2 a 0 e conseguir reverter… A força do grupo foi muito grande. Os prêmios individuais, acho que é consequência do trabalho. Tudo que eu ganho ou qualquer pessoa do time ganha é devido a um passe que vem do líbero, do ponteiro, do levantador, então depende de todo mundo. Esse prêmio não é só meu, não, eu divido com todos os meus colegas de grupo.

Apesar da atuação excepcional no campeonato sediado em BH, o atleta está focado no campeonato nacional e com o pé no chão:

– Eu acho que não vai ser fácil também. Provavelmente a gente vai pegar o Maringá, é um time experiente, então… Depende de cruzar primeiro com oitavo, é o mata-mata, agora é que o bicho pega mesmo, então a gente tem que focar bastante nisso aí, fazer uma boa partida tanto em casa quanto na casa deles pra tentar não ter o terceiro jogo.

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Publicado por Mayara Rufino

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Nasci Mayara, mas pode me chamar de Capitolinda. Sou formada em Jornalismo, faço pós em Literaturas Portuguesa e Africanas, e apesar de ser sedentária e das letras, sou apaixonada por vôlei.

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