Novidades e Curiosidades da seleção feminina

Nathália Farias
@nath_fv

Com a vitória do Gran Prix com todos os sets invictos, onde a nossa seleção feminina fez 3×0 em todos os jogos disputados, com uma certa facilidade, modéstia parte, fizeram com que o Brasil somasse 50 pontos e chegassem aos 320. Com isso, as brasileiras superaram as rivais americanas, que estavam na primeira posição desde novembro de 2011. Essa foi a única alteração no Top 5 do ranking mundial.

 Vitória feminina no GranPrix, com todos os jogos invictos. (Foto: Agência AFP)

Agora o Brasil é o numero 1 nos dois gêneros. Apesar de ter ficado com a prata na Liga Mundial, a equipe masculina verde-amarela não deixou a ponta do ranking masculino, e mantém 15 pontos de vantagem para os rivais russos, atuais campeões olímpicos e da Liga.Conclusão: SOMOS O PAÍS DO VÔLEI! #semmais.
 
 Convocação para o Sul Americano que acontecerá no Peru

O treinador José Roberto Guimarães anunciou na quarta-feira (04.09) a convocação da seleção brasileira feminina de vôlei para a disputa do Campeonato Sul-Americano. Foram chamadas 14 jogadoras para a competição que acontecerá entre os dias 16 e 22 de setembro, no Peru.

Entre as novidades na lista, estão o retorno da levantadora Fabíola e da ponteira Natália. Foram convocadas as levantadoras Dani Lins e Fabíola, as opostos Sheilla e Monique, as ponteiras Fernanda Garay, Natália, Michelle e Gabi, as centrais Thaísa, Fabiana, Juciely e Adenízia e as líberos Fabi e Camila Brait.
 
Essa será a 29ª edição do Campeonato Sul-Americano. O último foi realizado, em 2011, em Lima, no Peru, e o Brasil foi campeão. A seleção verde e amarela acumula 28 participações e já conquistou a medalha de ouro 17 vezes, além de ter ficado com a de prata em outras 11 ocasiões. O Brasil só não disputou a competição em 1964.
 
Uma novidade que deixa todos os fãs contentes é a volta da ponteira Natália que flagrada no exame antidoping e ficou suspensa por 60 dias e se viu fora da campanha do nono título da seleção no Grand Prix. Mas, após o turbilhão, a ponteira do Campinas foi convocada para o Sul-Americano e se diz pronta para jogar por sua equipe na Superliga.
 
Natália fará sua primeira temporada com a camisa do Campinas. Com títulos por Osasco e Rio de Janeiro, a ponteira espera que sua equipe, fortalecida com a chegada de outras jogadoras, possa fazer frente às rivais na competição.
 
– É um planejamento. Esperamos poder incomodá-los. Porque não fomos só nós, Sesi-SP se reforçou, outros times também se reforçaram. Vão entrar forte. Esperamos quebrar essa hegemonia porque vai ser um momento histórico do vôlei brasileiro.
 
Em Campinas, assim como na seleção, Natália vai trabalhar com José Roberto Guimarães. A ponteira afirma que a possibilidade de trabalhar com seu técnico na seleção em um clube foi fundamental para que aceitasse o convite da equipe de São Paulo.
 
– Na seleção tem muita pressão, não que no clube não tenha. Mas clube é bem diferente de seleção. Eu queria ter essa experiência com o Zé um dia, e surgiu essa oportunidade. Estou feliz de fazer parte desse projeto, que vem crescendo. Espero que a gente consiga brigar por títulos nessa temporada.
 
Enquanto isso na Superliga…
 
Osasco surpreende e vai usar short-saia na Superliga
Com o patrocinador Molico, o Osasco se apresentou para a disputa da temporada 2013/2014 da Superliga com camisetas predominantemente azuis e brancas. Além dessa drástica mudança, afinal o laranja foi uma era marcante no time paulista, a equipe vai passar a usar short-saia em seu uniforme, reinventando o estilo do voleibol feminino.
 
O short-saia é visto no ambiente do tênis, contudo quando atuava no Atom Trefl Sopot, da Polônia, a brasileira Érika Coimbra, agora contratada pelo Brasília para a disputa da Superliga, teve a oportunidade de jogar com a peça. Apesar de uma primeira impressão não tão boa, a ponteira disse ao globoesporte.com em 2012 que o estilo faria sucesso no Brasil.
 
– Recebi o short-saia e achei muito estranho. Só tinha visto isso sendo usado em competições de tênis, nunca de vôlei. Eu tinha mania de puxar o short antes de fazer a recepção, e não dava mais. Fora que sempre achava que os outros ficam olhando e pensava o que exatamente estavam comentando. Hoje em dia adoro. Fica muito feminino, é charmoso e muito confortável. Não atrapalha em nada a movimentação durante o jogo, nem para passar, nem para defender. Poderia fazer bastante sucesso no Brasil.
 
A primeira oportunidade de vermos esta novidade será no dia 27 de setembro. A equipe paulista estreia na Superliga feminina 2013/2014 contra o Maranhão Vôlei.
 
 
 
Na apresentação oficial, o Osasco escondeu a novidade! (Foto: João Gabriel)
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