Liga Mundial: Brasil marca 2×0 na Polônia

Mayara Viegas

@1relicario

  Lucarelli estreou e estrelou: foi constante nos dois primeiros jogos da Seleção. 
Foto: Divulgação/ FIVB     


O final de semana foi bom para a seleção masculina de vôlei, que estava na Polônia e jogou duas vezes contra a equipe da casa, ganhando as duas partidas. Nem de longe, as duas seleções pareciam com as da final das Olimíadas de Londres, que tínhamos uma Polônia com um Kurek e um Bartman cheios de vontade e uma seleção brasileira abatida e manjada. Tirando alguns levantamentos um tanto óbvios do nosso capitão e outros passes meio lentos, a amarelinha estava bem em quadra.

Lucarelli estreou no primeiro jogo, na sexta, com o pé direito. No começo, demonstrou um tanto de medo dos atuais campeões do campeonato e donos da casa, mas depois, voou. Já acostumado por ser o maior pontuador da Superliga – ano passado, pelo VIVO Minas, Luca marcou nada menos que absolutos 446 pontos -, nosso ponteiro de apenas 21 anos marcou 17 pontos em sua estreia na seleção principal, sendo o maior pontuador da partida, desbancando veteranos. Os brasileiros fizeram fizeram 2 sets nos poloneses, que recuperaram o terceiro set, mas não conseguiram levar para o tie-break: Brasil 3×1 Polônia.

– O Lucarelli está de parabéns. É o mais jovem do grupo, estreou como titular e foi muito bem. Começou um pouco nervoso, mas depois se soltou e nos ajudou muito nessa vitória – ressaltou Vissotto.

Já na segunda partida, nosso – também estreante – Isac, substituiu Lucão após sentir uma contusão e fez bonito no pouco tempo que esteve em quadra: com direito a aces, NO PLURAL (não me lembro quantos, claro). Infelizmente, nosso novinho de 22 anos não ameaça a titularidade do gaúcho, que no primeiro jogo, fez apenas um ponto de bloqueio, fundamento primordial para a sua posição. Nesse jogo, a Polônia conseguiu o empate em 2×2, mas o Brasil levou o quinto set: Brasil 3×2 Polônia.

Mario Júnior fez boas defesas, mas não é passador. Bernardinho poderia olhar para o banco.
Éder me surpreendeu, em um bom sentido, mas Bernardinho poderia olhar para o banco.

Vissotto está um amor com esse cabelo.


 Foto: @cicclops

Bruno, como sempre, foi a garra e o carisma do time e não há outro nome para capitão no grupo. 
Ganhamos duas vezes da Polônia, campeã da Liga do ano passado, jogando na casa deles. Foram dois resultados excelentes, que dão confiança e mostram que o processo de reformulação está sendo bem conduzido”, destacou o capitão, eleito o melhor jogador em quadra no segundo confronto. 

Wallace merece entrar em outros momentos além da inversão, assim como o William. Mas como disse, Bruno é a ousadia e alegria da seleção. 
Por que Lucão é titular, gente? Bernardinho poderia olhar para o banco. 

No mesmo grupo que a nossa seleção (A), a Argentina, fora de casa, ganhou o primeiro jogo e perdeu o segundo para os EUA. Na França, a Bulgária ganhou os dois jogos contra os donos da casa. 

O próximo embate do Brasil é nessa sexta-feira, contra a Argentina, na casa deles. O segundo jogo será no sábado. 

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